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Nova Serrana

Cidades Com Mais de Oitenta Mil Habitantes

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O Que Há de Melhor em Nova Serrana

Planta Cartográfica Oficial da Cidade - 2005 à 2008

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Planta Oficial de Nova Serrana - Elaborado pela Visual Designers

*** Vista Aérea de Nova Serrana

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*** A Cidade que mais Cresce no Estado de Minas ***

Nova Serrana Nos Dias Atuais

Nova Serrana Meu Grande Amor

Nova Serrana Polo Industrial

JC e Os Mensageiros do Amor

*** "Somos Humildes Servos do "Senhor" *** *** Ao seu inteiro dispor" ***

Jesus Cristo Senhor do Universo Infinito

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Yeshua é O Verdadeiro Nome Do Enviado Único que Nos Salva e nos Liberta das trevas...Amem...

Jesus Cristo O Conciliador do Universo Infinito

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O Maior Amor do Universo é O Amor de Jesus

Mapa do Município de Nova Serrana

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61 Anos de Emancipação Político-Administrativa do Município de Nova Serrana - 2015

Dái Glória Ao Senhor

Jesus Christ And The Seven Angels Of The Lord

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Jesus Christ And The Seven Angels Of The Lord O Rei do Universo Infinito

Nova Serrana Vista Parcial

Sêlo Comemorativo dos 61 Anos de Emancipação de Nova Serrana

Sêlo Comemorativo dos 61 Anos de Emancipação de Nova Serrana
Símbolo dos Sessenta e Um Anos de Emancipaçao Político-Administrativa do Município de Nova Serrana

Histórico de Nova Serrana


Mapa do Município de Nova Serrana
 

*** Histórico de Nova Serrana ***
A grande extensão de terras inóspitas situadas a sudoeste da antiga Vila de Pitangui era denominada Sertão do Inhanhi até o segundo quartel do século XVIII. Anteriores ao ano de 1730, poucas e fracassadas incursões foram realizadas no território que seria mais tarde denominado município de Nova Serrana. A expansão dos primitivos povoadores levou aventureiros arrancharem-se ao sul da Vila de Pitangui, formando fazendas na extensa região denominada Mato Dentro, atuais municípios de Conceição do Pará e Leandro Ferreira, e timidamente, entrando em território do atual município de Nova Serrana. Assim, surgiram as fazendas da Boa Vista ( de Manuel Pereira de Castro), Areias (de Manuel Antônio Teixeira), do Lambari ( de Antônio de Abreu Guimarães), todos eles genros do latifundiário e sargento-mor Luís Álvares Colaço e de Isabel Bueno. Essas fazendas foram, temporariamente, abandonadas em virtude de ataques de quilombolas que dominavam a região. Encontram-se notícias de aventureiros que de Pitangui buscavam outras paragens auríferas, notadamente a Serra da Boa Esperança, utilizando um caminho informal que se dirigia ao sul da Capitania de Minas, com passagem no rio Lambari. Em 1737, Gomes Freire de Andrade, então Governador da Capitania de Minas, anulou a portaria que proibia a abertura de novos caminhos e convocou a adesão de empreendedores para abertura de novas trilhas que ligassem o sul da capitania a Pitangui e, de São João Del Rei a Paracatu (Picada São João del Rei-Paracatu). Nessa última empreitada, ao passar por Formiga, criou-se uma variante rumo norte com destino a Pitangui ; seu traçado, cruzando toda extensão norte-sul do atual município de Nova Serrana, possibilitou a fundação de várias outras fazendas . Surgia então, a fazenda da Ripa em terras pertencentes a Felipe Ferreira do Amaral; a fazenda Seara - hoje Barretos, pertencente a José Luís Rabelo; fazenda Duas Barras, hoje Estação do Cercado, pertencente aos herdeiros de Miguel de Faria Morato; fazenda do Novais, de Cristóvão Novais da Cunha; fazenda dos Moreiras, de Dionísio Moreira da Silva e, no centro do atual município, a fazenda Barra Grande do Cercado.


Essa última foi criada pelo português Custódio Martins Vieira e sua mulher Maria Nunes da Silva. Os mais antigos documentos que prestam essa afirmação comprovam que a partir de 1755 a fazenda Barra Grande do Cercado iniciou timidamente a prestação de serviços aos viandantes do caminho; esse período coincide com o desmantelamento das aldeias quilombolas que dominavam a região desde 1737. A morte do primeiro proprietário da fazenda Barra Grande do Cercado, ocorrida em 27 de maio 1791, não foi suficiente para que ocorresse a divisão de sua enorme gleba (avaliada em dez mil hectares); essa primeira divisão ocorreria somente em 1804 com a morte de Maria Nunes da Silva e, após um longo e penoso processo de partilha, terminado em 1834, pode aquela gleba transformar-se em várias unidades produtoras. A sede da fazenda continuou com seu nome original até meados de 1850, quando então se suprimiu a denominação “Barra Grande” e tornou-se apenas “fazenda do Cercado”. Um dos genros de Custódio Martins Vieira teve a iniciativa de criar uma hospedaria, um comércio e uma pequena sapataria situados à beira do caminho. A partir de 1860, o lugarejo composto de várias casas construídas ao longo da estrada, ganhara o nome de “Cercado”. Esse nome, preservado até 1953, aludia ao natural cercado derivado das confluências dos ribeirões da Fartura e Pavão. O “Almanak Administrativo Civil Industrial da Província de Minas Gerais para o ano de 1865” editado em Vila Rica no ano de 1865 trata com reservadas palavras a existência de uma pequena comunidade no lugar denominado Cercado, ainda modesta e vivendo exclusivamente da lavoura, sob a jurisdição do Distrito da Saúde desde 1855. Somente em 5 de novembro de 1869, por força da Lei No 1622, o arraial do Cercado ganhou a distinção de distrito, sob a jurisdição direta de Pitangui. O arraial, sede do Distrito do Cercado de Pitangui, teve maior desenvoltura a partir de 1900 após a inauguração da Estrada de Ferro Oeste de Minas. A proximidade com a estrada que conduzia para outros mercados os produtos da fazenda do Cercado estimularam e aumentaram a produção dos fazendeiros. Um enorme contingente de imigrantes fixou residência na região. Eram indivíduos oriundos das mais variadas localidades, convocados para prestarem serviços na estrada de ferro ou na fazenda do Cercado. O povoado recebeu famílias de Perdões, Bom Sucesso, Itapecerica, Oliveira, Carmo do Cajurú, São Gonçalo, Divinópolis, Perdigão, etc. É desconhecida a data da ereção da primeira capela do Cercado; sabe-se que ocorreu após ano de 1850, tendo como padroeiro São Sebastião. Um incêndio destruiu aquele primitivo e rústico templo em época anterior ao ano de 1880. A partir de então os ofícios religiosos eram realizados em um casarão, hoje tombado pelo Patrimônio Histórico, situado à rua Dimas Guimarães. E assim permaneceu até o ano 1924.


O crescimento do povoado, agraciado com a chegada de novos moradores, exigiu a construção de um novo templo. Um movimento liderado pelo major Francisco Batista de Freitas (da Guarda Nacional estacionada em Pitangui) era possuidor de enormes glebas de terras e, partiu do próprio líder, oferecer ao patrimônio da capela de São Sebastião uma área correspondente a vinte hectares para construção de uma nova igreja e demais edificações dignas de uma paróquia; à volta do novo templo surgiram novas residências e pequenas casas comerciais. Após a construção da nova igreja, em 1924, a Aplicação de São Sebastião do Cercado foi elevada à categoria de paróquia, desmembrada da Paróquia de Pitangui por ato de D. Antônio dos Santos Cabral. Os primeiros passos para a emancipação do Distrito do Cercado mereceram total dedicação do então vereador José Batista de Freitas (neto do major Francisco Batista de Freitas), que seguindo as orientações da Lei Estadual No 336 de 27 de dezembro de 1948, viu seus objetivos concretizados no dia 12 de dezembro de 1953: o Distrito do Cercado de Pitangui passou a se denominar Município de Nova Serrana, numa reverência à antiga Pitangui, também cognominada “ Velha Serrana ”. A tradição calçadista do povo neo-serranense vem de longa data, contudo os primeiros passos para a atividade, em escala industrial, ocorreram somente a partir de 1948 com a implantação da primeira fábrica de botinas, registrada por Geny José Ferreira. Seus colaboradores e aprendizes foram aos poucos instalando novas unidades. O sucesso daquelas primeiras fábricas atraiu novos empreendedores e, com a emancipação política, a atividade tornou-se atrativa e preferencial. Maior impulso ocorreu, no entanto, após a construção da rodovia BR 262 e com a encampação do sistema elétrico pela CEMIG. Em março de 1991, Nova Serrana foi elevada à cabeça de comarca, desmembrada da Comarca de Pitangui. A nova divisão judiciária abrangeu ainda os municípios de Perdigão e Araújos, desmembrados da Comarca de Bom Despacho.

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